A pesquisa aborda os mandatos coletivos eleitos pelo PSOL em 2020. Estes mandatos propõem uma dinâmica política que visa descentralizar e despersonalizar a figura do parlamentar, promovendo a representação coletiva dentro de uma estrutura que centraliza o mandato em um único indivíduo. O estudo objetiva analisar como esses mandatos lidaram com a disputa interna ao partido e como essa interação influenciou tanto a organização interna dos gabinetes parlamentares quanto as estratégias eleitorais para futuras campanhas. A pesquisa utiliza o método comparativo de estudo de caso, focando nos desafios e nas oportunidades que surgem da tentativa de transformar a representatividade política por meio da ação coletiva. A hipótese principal sugere que os mandatos coletivos funcionam mais como uma formação de lideranças políticas em disputa dentro do partido do que como uma verdadeira mudança organizacional dentro do legislativo.
Participantes (Núcleo)
NPMS/UFSC: Brenda Gonçalves Andujas





