Desde a década de 1980 os movimentos feministas fortaleceram-se crescentemente no Brasil, alcançando de forma inédita voz pública na sociedade e presença nas instituições. A partir dos anos 2000, os governos petistas na Presidência contribuíram para a institucionalização de demandas de gênero, mas também para a percepção dos limites estabelecidos para o avanço de algumas pautas centrais do feminismo, que foram se tornando mais plurais. Por outro lado, e também como reação a essas conquistas, os últimos anos foram marcados pela ascensão das forças e da agenda “neoconservadora” no país. Nessa trajetória, parlamento tornou-se estratégico para as lutas feministas. A pesquisa busca examinar os impactos desse contexto para as relações entre ativismos feministas, partidos políticos e representação política de mulheres no Brasil.
Participantes (Núcleo)
UEM: Carla Almeida, Gabriela Barczysczyn, Maithê Potrich, Rafael da Silva





