Autores:
Frederico Salmi (UFRGS)
Lorena Cândido Fleury (UFRGS)
Resumo : O conteúdo deste capítulo foi inserido no tema das políticas de mudança climática no Brasil no nexo das tecnologias digitais, em especial nas relações de poder mediadas por novos agentes climáticos artificiais que operam nas estruturas digitais. Esses novos agentes artificiais produzidos processos híbridos de subjetivação entre humanos e não humanos. No Brasil, esse tipo de estudo ainda é raro no campo das Ciências Sociais (Fleury; Miguel; Taddei, 2019; Salmi; Fleury, 2022a). Ao interseccionar as questões da tecnologia digital e das políticas de mudança climática na perspectiva sociológica, buscamos uma melhor compreensão de como se configurar e se dinamizar os processos de subjetivação entre humanos e não humanos. Aqui, as plataformas científicas baseadas em inteligência artificial (IA) e sistemas algorítmicos complexos (por exemplo, SEEG, Mapbiomas, Plenamata, JusAmazônia) são entendidas como agentes climáticos artificiais. Esses agentes produzidos não são apenas subjetividades como novas práticas políticas no Brasil. Práticas que podem, em tese, ser emancipadoras e redutoras de desigualdades sociais e ecológicas.
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