No Brasil, estudos têm mostrado que processos de institucionalização de políticas fortemente impulsionados por interações socio-estatais levaram tanto ao desenvolvimento de capacidades estatais quanto à ampliação das possibilidades de ação dos atores sociais envolvidos nesses processos. O exame de políticas públicas em que ocorreram processos de mútua constituição entre Estado e sociedade civil, permitiu à literatura especificar que tipos de capacidades estatais podem eventualmente emergir desses processos interativos. Apoiado nesses avanços, esta linha de pesquisa se propõe avançar na caracterização de um fenômeno insuficientemente entendido e que ainda requer de conceituação precisa: a institucionalização de capacidades socioestatais e suas implicações para a produção e estabilidade das políticas.
Participantes (Núcleo)
NDAC/Cebrap: Adrian Gurza Lavalle, Monika Dowbor, Ana Claudia Cortez, Pedro Crepaldi Carlessi, José Szwako , Victoria Lustosa Braga





