Estreou neste mês de setembro a série “Histórias de Ativismo”, projeto que reúne depoimentos de ativistas gaúchas sobre suas trajetórias de vida, experiências de militância e engajamento político.
A primeira temporada é dedicada aos ativismos feministas e de mulheres, explorando diferentes formas de atuação. Os episódios serão lançados até o final do ano, sempre às sextas-feiras.
A série estreou com Céli Pinto, historiadora e professora aposentada do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH/UFRGS), que compartilha reflexões sobre sua trajetória como intelectual e ativista feminista dentro e fora da universidade.
No segundo episódio, a ativista Ìyá Sandrali Bueno reflete sobre a ancestralidade do feminismo negro e conta como articulou causas como a defesa dos direitos das crianças e adolescentes e o combate à discriminação contra religiões de matriz africana.
O episódio mais recente é com a jornalista, escritora e política Manuela d´Ávila, que narra o impacto das experiências de violência política de gênero e da maternidade na sua trajetória de engajamento, as consequências da ascensão da extrema direita e a importância do diálogo intergeracional no feminismo.
Assista aos episódios no YouTube e saiba mais no Instagram.
O projeto é realizado pelo Grupo de Pesquisa Associativismo, Contestação e Engajamento (GPACE), vinculado ao IFCH/UFRGS, com apoio do INCT Participa – Transformações da Participação, do Associativismo e do Confronto Político. As gravações foram feitas no NAPEAD – Produção Multimídia para a Educação, no Campus do Vale da UFRGS.
Neste mês de setembro, o INCT Participa também lançou o seu projeto de resgate de histórias, o “Memórias da Participação”, com relatos de pesquisadoras e pesquisadores que são referências no campo dos movimentos sociais e da participação no Brasil. A estreia foi com o relato de Maria da Glória Gohn. A publicação será mensal.





