O Programa de Mentorias Internacionais do INCT Participa oferece a doutorandos e doutorandas vinculados aos núcleos do instituto a oportunidade de dialogar com pesquisadores de instituições internacionais e aprofundar diferentes aspectos de seus projetos e trajetórias acadêmicas.
Pesquisadora do INCT Participa e do Núcleo de Democracia e Ação Coletiva (NDAC/CEBRAP), Ana Claudia Salgado Cortez participou do programa e foi mentorada pela professora Jessica Rich. Em depoimento ao instituto, ela conta como a experiência contribuiu para refletir sobre os próximos passos de sua carreira, especialmente no período de transição entre o doutorado e o pós-doutorado.
Ana Claudia recebeu recentemente o prêmio de melhor paper na categoria Grupo de Trabalho (GT) do II Prêmio ANPOCS em Políticas Públicas. O trabalho premiado, intitulado “Das casas de recuperação cristãs às comunidades terapêuticas: constituição e institucionalização de um modelo de acolhimento às pessoas que fazem uso abusivo de drogas”, analisa as interações entre organizações religiosas e o Estado no processo de institucionalização das comunidades terapêuticas no Brasil, entre 1990 e 2015.
Leia o depoimento de Ana Claudia sobre sua experiência no Programa de Mentorias Internacionais do INCT Participa!
Fazer a mentoria com a profa. Jessica Rich foi uma experiência muito enriquecedora, especialmente por ter acontecido na reta final do meu doutorado, em um momento de transição para o pós-doutorado. Ao longo dos encontros, pude discutir os argumentos centrais da minha tese e refletir sobre como posicionar meus achados no debate acadêmico internacional.
Conversamos também sobre possibilidades de publicação em periódicos internacionais na minha área, participação em congressos, oportunidades de pós-doutorado e construção de redes de pesquisa internacionais. Um dos aspectos mais interessantes foi discutir possíveis caminhos para transformar minha tese em um livro.
A mentoria me ajudou a olhar para minha trajetória acadêmica de forma mais estratégica, identificando possibilidades de internacionalização e pensando nos próximos passos da minha carreira. Recomendo essa experiência especialmente para pesquisadoras/es que estão na transição entre o doutorado e o pós-doutorado ou até mesmo para pesquisadoras/es mais sêniores que desejam ampliar a circulação internacional de sua produção.





